
Anápolis é um município brasileiro do estado de Goiás. Tem, segundo estimativa do IBGE para 2009, 335.960 habitantes, sendo o terceiro maior em população do Estado. Possui um PIB de 4,6 bilhões de reais, o que faz de Anápolis o município mais competitivo,rico e desenvolvido do interior do Centro-Oeste Brasileiro. Fica a 48 km de Goiânia e 139 km de Brasília. Junto com essas cidades, faz do eixo Goiânia-Anápolis-Brasília, a região mais desenvolvida do Centro-Oeste.
Inicialmente denominada Santana de Goiás.
Em 1819, na região de Santana das Antas, o viajante Auguste de Saint-Hilaire, hospedou-se na Fazenda das Antas, onde hoje é a cidade de Anápolis. Assim vêm sendo contado de geração em geração.
Dessa forma, acredita-se que este seja o primeiro cidadão da cidade.
Segundo um conhecido desbravador da região Marechal Raimundo de Cunha Matos, chegou a afirmar em suas andanças a citada propriedade, encravada no rio das Antas, nome este por sinal, face o local na época ter grande quantidade de anta. Posteriormente E Francis Castelnau, em 1844, chega a falar em “localidade de Antas”.
A origem dessa localidade é quase certa que fica nas redondezas do rio Góis, rio Antas, rio Nunes, rio Capuava, rio Cesário, rio Água Fria, rio João de Ahy daí o nome da cidade de Jundiaí, tinha como residência os senhores Joaquim e Manuel Rodrigues dos Santos, José Inácio de Sousa, Manuel e Pedro Roiz, Camilo Mendes de Moraes, Manuel Rodrigues da Silva todos lavradores e mais comunidade por volta de 1865. Por ser um local aprazível, com bom pasto e muita água, tornou-se logo um ponto de encontro entre viajantes e tropeiros surgindo em seguida casas e palhoças.
Em 1880, muda para o vilarejo Gomes de Sousa Ramos. Homem experiente e viajado conseguiu dos moradores a doação de uma gleba de terra para o patrimônio da Senhora Santana e, no ano seguinte, construía um templo em seu louvor a primeira igreja da cidade. Com o crescimento local a denominação passou a ser Capela de Santana das Antas.
Estes vieram á Anápolis do norte do País. Percorrendo a extensa faixa de terras entre Jaraguá e Silvânia, alguns viajantes fixaram ali residência, principalmente na cabeceira do Rio/Riacho das Antas.
Afirma a tradição que, por volta de 1859, passando pela região da fazenda de Manoel Rodrigues, Ana das Dores, natural de Jaraguá, perdeu ali um de seus animais de carga que conduzia uma imagem de Santana. Encontrado o animal, os tropeiros não conseguiram erguer a tal mala que continha a imagem, o que levou Ana a interpretar o fato ocorrido como um desejo da santa de permanecer no local. Ana então prometeu doá-la à primeira capela que fosse erguida no local.